Categoria: SAÚDE EM FOCO

Saúde prepara-se para imunizar 74 mil pessoas durante Campanha da Influenza

A Secretaria Municipal de Saúde de Mossoró prepara-se para participar da 20° edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (popularmente conhecida como Vacina da Gripe), que vai começar nesta segunda-feira (23) e ocorre até o dia 01 de junho. O Dia D de mobilização nacional será realizado em 12 de maio, com a ideia de conscientizar o grupo-alvo da importância da vacinação. A vacina protege da influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B.

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), devem receber a imunização crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; professores da rede pública e privada; pessoas com mais de 60 anos; jovens de 12 a 21 anos que estejam cumprindo medidas sócio-educativas; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema prisional; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Neste ano, a expectativa da Secretaria de Saúde é imunizar mais de 74 mil mossoroenses que estão dentro do público-alvo da Campanha. Esse percentual corresponde a uma cobertura de 100% no município. No ano de 2017, Mossoró foi uma das primeiras cidades do Rio Grande do Norte que conseguiu ultrapassar a meta de 90% de cobertura vacinal da influenza determinada pelo MS antes mesmo do fim da campanha de vacinação.

O coordenador do Programa Nacional de Imunização (PNI) na cidade, Etevaldo de Lima, destaca que as crianças que forem se imunizar pela primeira vez devem receber duas doses, devendo existir um intervalo de 30 dias da aplicação da primeira para a segunda, a fim de garantir a imunidade completa. As que já se vacinaram em anos anteriores só recebem uma dose única neste ano.

A Secretaria de Saúde recomenda que os mossoroenses tomem os devidos cuidados para evitar a transmissão da gripe e de outras doenças respiratórias:

  • Lavar as mãos com frequência;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Limpas as mãos após tossir ou espirrar;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de gripe;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados).

Ambulatório Materno Infantil (AMI) é referência no atendimento de crianças com microcefalia

Os pais e as mães mossoroenses que têm filhos com microcefalia podem contar com a assistência da Prefeitura de Mossoró, representada pela Secretaria de Saúde, no tratamento e acompanhamento dessas crianças. O Ambulatório Materno Infantil (AMI) Doutor Raimundo de Medeiros Fernandes é referência de atendimento na cidade.

Anteriormente o AMI estava fechado, sem previsão de abertura. Na gestão atual, a Prefeita Rosalba Ciarlini e seus auxiliares conseguiram resgatar esse importante instrumento da saúde para a população. Próximo de completar um ano de reabertura, o AMI vem se destacando nos serviços prestados à sociedade.

No AMI, as crianças com microcefalia recebem uma assistência prioritária tendo o suporte de serviços como fonoaudiologia, pediatria, psicologia, fisioterapia, nutrição e outras especialidades. Para esse grupo não existe fila de espera.

Mulheres, gestantes e crianças de 0 a 12 anos também fazem parte do público alvo que o AMI atende. Para as mulheres são ofertados serviços especializados na área de ginecologia, obstetrícia de alto risco e mastologia. Já as crianças dispõem de pediatria, fisioterapia geral, terapia ocupacional, nutricionista, fonoaudiologia, pneumologia pediátrica, psicologia e psicopedagogia.  Todos os usuários precisam do referenciamento da Unidade Básica de Saúde para receber esses auxílios.

O AMI funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, sem fechar para o almoço. E fica localizado na Rua Wenceslau Braz, ao lado do Centro Clínico Vingt-un Rosado (PAM do Bom Jardim).

Secretaria de Saúde investiga caso suspeito de febre amarela no RN

Do G1 RN

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) está investigando um caso suspeito de febre amarela de um paciente residente no município de Venha-Ver, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pela Sesap nesta sexta-feira (10).

Diante da situação epidemiológica do Brasil em relação à febre amarela, os profissionais de saúde do RN são orientados a notificar os casos suspeitos da doença de forma imediata, conforme determinação do Ministério da Saúde.

Com a notificação de Venha-Ver, a investigação está sendo conduzida junto à regional de saúde e o município.

Considerando que a febre amarela tem sintomatologia semelhante com outras síndromes febris, o caso também está sendo investigado para outras doenças, como hepatites virais, dengue, leptospirose e chikungunya. O material coletado foi enviado ao laboratório de referência nacional e a Sesap aguarda os resultados para os próximos dias.

De acordo com a Sesap, naquela região até o momento não há notificação de morte ou adoecimento de primatas, fato importante para a adoção de medidas de vigilância.

A Sesap informou ainda que o Rio Grande do Norte continua sendo área sem recomendação de vacina, por isso não se faz necessária a vacinação dos residentes no estado, com exceção dos viajantes para as áreas de risco.

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Somente seis estados brasileiros estão sem registro de febre amarela, conforme o Ministério da Saúde (Foto: Divulgação/Ministério Saúde)

Zerar carboidratos da sua dieta pode causar danos irreparáveis ao organismo

Tentar perder peso em pouco tempo pode levar muita gente que frequenta academias e que busca orientação na internet, sem nenhum tipo de acompanhamento profissional, a realizar uma dieta sem nenhum tipo de carboidrato, a famosa dieta “zero carbo”. Apesar que, quando consumidos em excesso podem gerar aumento de peso, os carboidratos não devem ser cortados totalmente de uma dieta, em nenhuma hipótese.

Os riscos para a saúde de quem opta por isso são extensos, como explica a nutricionista esportiva, Lia Moreira.  “O carboidrato é muito importante para o funcionamento do nosso organismo, principalmente para o bom funcionamento cerebral. A falta do carboidrato pode causar falta de energia e por consequência impede que se faça as atividades diárias de forma adequada. Além disso, pode causar ansiedade, fator depressivo, sobrecarga de função renal, diminuição na capacidade de raciocínio e alteração de humor. São diversos problemas no organismo”, alertou, explicando o modo correto a seguir.

“O carboidrato não é vilão e nunca vai ser. É preciso saber quais alimentos e fontes  de carboidrato devem ser consumidos. Os de alto índice glicêmico podem ser evitados, porque contribuem para um acúmulo de gordura corporal. Porém carboidratos ricos em fibras, e baixo índice glicêmico, são adequados para ingerir e mais saudáveis”, falou.

De acordo com Lia, um grande erro nas dietas é comer fruta à vontade. “Não devem ser consumidas frutas sozinhas, porque tendem a dar pico insulínico e isso contribui muito para aumentar a gordura corporal. É importante calcular dentro da necessidade diária e não pode ingerir fruta a vontade em uma dieta”, falou.

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“A dieta com pouco carboidrato, conhecida com “Low Carbo”, é benéfica para o organismo, desde que ela esteja calculada dentro da sua necessidade e você esteja fazendo com acompanhamento de um profissional. Então, dentro de alguns parâmetros pode ter um melhor resultado na modulação hormonal e também quanto de redução de gordura corporal. Claro que o resultado não é do dia para noite, mas o tempo de resposta é menor”, finalizou.

Reumatologista explica como evitar dores na coluna

Quem sofre com dores na região lombar sabe o quanto incomoda no dia a dia este problema. As dores musculares que por muitas vezes cessam em menos de 48 horas acabam tomando um caminho diferente quando o problema atinge a parte baixa da coluna. A dor pode durar por muito tempo e ser bastante recorrente. Cerca de 80% da população do mundo já teve ou terá alguma dor na região lombar, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

“É muito comum pacientes que utilizam um peso excessivo na academia, ou então que executam exercícios com postura inadequada e sem orientação de um profissional, sentirem essas crises”, explicou o reumatologista Adolpho Medeiros.

As dores na coluna podem ser provocadas também por má postura, sedentarismo ou até mesmo uma rotina agitada e cansativa. “Quando a dor for recorrente é necessário procurar um especialista. As vezes a dor pode atingir, além da lombar, as pernas, chegando até mesmo a ficarem dormentes”, alertou, Adolpho.

Boa parte dos pacientes se recuperam com tratamento adequado em até duas semanas. No entanto, é possível evitar as dores como explica o reumatologista. “Alguns fatores são impossíveis de ser evitados, como a idade avançada, mas outros podem ser trabalhados pelo paciente. Parar o fumo, dieta para quem está acima do peso e procurar realizar exercícios físicos de forma correta”.

Allison Moura, estudante de Engenharia Mecânica da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) já sofreu por muito tempo com dores na região lombar. Ele só conseguiu melhorar quando procurou um especialista. “Sempre que voltava da academia de um dia pesado ou então quando caia de mau jeito jogando bola, sentia dores por muitos dias. Procurei um médico especialista e fui aí que descobri muitos erros na minha rotina que me deixavam com essas dores. Tomei medicação por um tempo e depois passei a tomar mais cuidado. Hoje, estou livre deste incômodo”.

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DICAS PARA EVITAR DORES NA COLUNA

01 – Diminua ou corte o fumo
02 – Melhore a postura
03 – Evite usar salto alto. Usar salto alto piora a postura e causa tensão nas costas. O tamanho máximo de um salto deve ser de quatro centímetros
04 – Não carregar mochila pesada
05 – Pratique exercício físico leve, como caminhadas ou corrida, desde que com calçado adequado. Esportes como natação também são recomendados

A importância do consumo do ovo para uma alimentação saudável

Importante fonte de proteína para quem busca uma dieta equilibrada e saudável, além de melhorar os resultados na academia, o ovo de galinha é bastante consumido e sempre presente na rotina de milhões de brasileiros. No entanto, consumir este alimento de forma desenfreada pode não causar os resultados esperados. De acordo com a nutricionista esportiva, Lia Moreira, não é recomendado por exemplo exceder o número em média quatro gemas por dia.

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“O ovo é uma boa fonte de proteína, vitaminas e de minerais. O consumo é importante para ter uma alimentação balanceada e equilibrada. A clara e a gema devem ser consumidas, mas, não deve se exceder no consumo da gema. A quantidade deve ser adequada individualmente. É fundamental o consumo de ovo em uma dieta, desde que o paciente não possua nenhuma restrição quanto ao seu consumo. O fato de consumir por exemplo ovos em todas as refeições não é ruim, mas o ideal é que alterne com outras proteínas”, disse, afirmando também que o ovo não aumenta o colesterol. “Claro que pessoas que já tem o colesterol elevado precisam consumir de maneira equilibrada”, completou.

Tanto o chamado ovo de granja e o de galinha caipira são recomendados. No entanto, o mais indicado é o de galinha caipira. “O da galinha caipira é livre de substâncias que possam causar algum dano ao organismo, por ser mais natural. Então ele é muito melhor para o consumo. O ovo de granja tem alguns meios artificiais para se ter em maior quantidade e aumentar a produção. Sempre o ovo da galinha caipira vai ser mais recomendado”, ressaltou a nutricionista.

O consumo de ovo satisfaz cerca de 10% da necessidade diária de proteína de um adulto, além de ser absorvido e utilizado pelo organismo. O ovo contém todos os nove aminoácidos essenciais que o corpo não é capaz de produzir por conta própria. Lia também destacou o consumo de ovo de codorna. “O ovo de codorna também é rico em vitaminas mineiras e em proteína. O que difere do ovo de galinha é o tamanho. Por sem bem menor é necessário consumir em maior quantidade em uma dieta”, finalizou.

A importância dos alimentos fitoquímicos na prevenção de doenças

Produtos alimentícios derivados de vegetais recebem o nome de fitoquímicos. Mas, você sabe o que é um alimento fitoquímico e a sua importância? Fitoquímicos são as substâncias químicas de plantas que não são nutritivas, porém que são importantes por serem antioxidantes. As substâncias fitoquímicas estão presentes de acordo com a cor do alimento. Por exemplo, alimentos de cor laranja e amarelo, como mamão, damasco e abacaxi, são ricos em betacatoreno, antioxidante que fortalece o sistema imunológico.

Os fitoquímicos ajudam a prevenir muitas doenças, como por exemplo Alzheimer, AVC, diabetes e câncer. De acordo com a nutricionista esportiva Lia Moreira, os benefícios dos fitoquímicos são extensos. “Alguns possuem ação antioxidante, outros ajudam nas mulheres a reduzir os sintomas da menopausa, alguns possuem ação antibacteriana, além de ter ação física. Depende do fitoquímico”, disse.

Alimentos de cor vermelha, como goiaba, melancia e tomate previnem doenças do coração e tipos de câncer, como o de próstata. Já cebola e alho, que são brancos, combatem infecções e contribuem para reduzir o colesterol e triglicérides. “No lugar de procurar algum remédio para prevenir uma doença, podemos encontrar e inserirmos na dieta alimentos que nos ajudam a ter uma vida saudável. Vários estudos já comprovam que uma dieta rica em alimentos de ‘cor’ possibilita inúmeros benefícios a saúde”, destacou, Lia.

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Apesar dos inúmeros benefícios, Lia faz um alerta. “Os alimentos fitoquímicos podem ser encontrados em frutas e vegetais de forma natural. O ideal é consumir naturalmente, sem ser cozido por exemplo”, disse.

Doença que atinge 10 milhões de brasileiros, osteoporose tem prevenção

Doença que atinge os ossos, deixando mais frágeis e aumentando assim o risco de fraturas ou acidentes em decorrências de quedas, a osteoporose acomete cerca de 10 milhões de brasileiros. Alguns dos sintomas são dor nos ossos e articulações, fragilidade óssea e até mesmo diminuição da altura em até 2 ou 3 centímetros. Na maioria das vezes, a principal causa da doença é por conta da diminuição da densidade óssea devido ao envelhecimento. O ortopedista Dr. Raphael Machado, explica que é sim possível prevenir a doença.

“É possível prevenir a osteoporose através de uma dieta rica em cálcio, que pode ser encontrada no leite e seus derivados. Pessoas que tem histórico desta doença na família precisam ter uma atenção redobrada. Aconselho também a prática de exercícios físicos, mesmo que seja apenas uma caminhada durante alguns dias da semana. Pode ser usado também um suplemento de cálcio ou vitamina D caso seja receitado pelo especialista”, comentou.

Algumas das causas da osteoporose são ligadas ao cigarro e álcool, pouca atividade física, dieta pobre em cálcio, além de remédios que contenham corticoides. “Para diagnosticar a doença é preciso fazer uma densitometria óssea, onde é constatado se o paciente perdeu massa óssea. Caso seja feito o diagnóstico, o tratamento precisa ser feito de forma imediata com medicamentos prescritos pelo médico, além de uma dieta específica”, esclareceu, Dr. Raphael.

Apesar de não curar a doença, os remédios para a osteoporose ajudam a retardar a perda de massa óssea, reduzindo assim o risco de fraturas, que é comum nesses casos. “Quando a doença é diagnosticada o tratamento é feito pelo resto da vida. Mas, é importante ressaltar que o paciente tem uma vida normal, passando apenas a ter um cuidado especial para evitar lesões”, finalizou Raphael.

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Entenda as diferenças entre artrite reumatoide e chikungunya

Doença que pode afetar várias articulações do corpo, com predomínio das mãos e pés, tem caráter crônico e progressivo quando não tratado corretamente. Em meio a epidemia de chikungunya, muitos pacientes foram diagnosticados com chikungunya quando na realidade estavam com quadro inicial de artrite reumatóide.

 Inchaço com dor nas juntas, principalmente nas mãos e nos pés e dificuldade para se levantar pela manhã e rigidez são algumas das queixas de quem possui a doença. O Reumatologista, Dr. Adolpho Medeiros, destacou a avaliação de um especialista para diferenciar a artrite reumatoide da artrite pós chikungunya.

“É preciso diferenciar se os pacientes têm artrite reumatoide ou chikungunya. Principalmente pacientes que já estão com as juntas edemaciadas há mais de três meses.  São doenças muito parecidas, por isso é importante a avaliação do Reumatologista. A artrite reumatoide é uma doença crônica e progressiva quando não tratada, mas os pacientes podem ficar assintomáticos (controlado os sintomas) quando fazem o tratamento correto”, explicou.

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A chamada janela de ‘ouro’ da artrite reumatoide, quando a doença pode ser controlada com maior facilidade, acontece nas doze primeiras semanas. “Se identificada e tratada nas primeiras semanas tem maiores chances de remissão e sucesso no tratamento, ficando, portanto, assintomáticos”, ressaltou, Adolpho.

A artrite reumatoide ataca entre 0,5 a 1% da população mundial adulta. No entanto, considerando apenas pessoas que possuam entre 55 e 75 anos, o percentual sobe para 4,5%. No Brasil, aproximadamente 1 milhão de pessoas sofrem com esta enfermidade.

Neurologista alerta para sintomas de enxaqueca e perigo de uso excessivo de analgésicos

Quem já teve crises de enxaqueca sabe bem que os sintomas incomodam bastante levando muitas vezes a várias idas ao pronto socorro além de faltas ao trabalho. Os sintomas mais comuns são dores que predominam em um lado da cabeça, latejante e intensa. O quadro piora com as atividades do trabalho e vem normalmente associadas a náuseas, vômitos, sensibilidade à luz e ao som.

Embora possa haver uma sensibilidade individual é preciso ficar de olho em alguns fatores que podem desencadear as crises. “Estresse, ansiedade e tensão podem facilitar uma crise. Ficar sem se alimentar por muito tempo também prejudica, além de noites mal dormidas. É necessário ter cuidado com o consumo excessivo de café”, alertou o neurologista, Dr Alex Soares.

Outro fator que também contribui bastante para as crises de enxaqueca é o sedentarismo. “Ao realizar exercícios físicos o organismo produz endorfinas, regulariza a produção de neurotransmissores como a serotonina, melatonina e acaba se tornando mais saudável e mais resistente à dor”, disse Alex, falando também que é necessário procurar um neurologista para tratar o caso e ressaltando o perigo do uso de medicamentos continuamente sem orientação de um especialista.

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“Geralmente o tratamento para enxaqueca é feito à base de medicamentos e orientações. Pela facilidade de adquirir medicamentos sem receita médica, a população toma muito remédio. Nós devemos incentivar a população a não fazer isso por dois grandes motivos. O primeiro é que dor de cabeça é um sintoma, e assim sendo é preciso verificar o que causa isso. O outro motivo parece até contraditório, mas o uso excessivo de medicação piora as dores de cabeça. O uso contínuo por mais de 15 dias pode piorar as dores de cabeça crônicas”, finalizou.