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“Samba é coisa de bandido”, diz sertanejo na Globo

As redes sociais seguem reverberando a declaração do cantor Cesar Menotti, da dupla com Fabiano. Na madrugada deste domingo, no programa Altas Horas, ele relembrou uma apresentação da dupla em uma penitenciária. Segundo o sertanejo, os presos insistiam para que a dupla cantasse sambas. “E o Fabiano disse: E tem mais, na minha opinião samba é coisa de bandido”.

O apresentador Serginho Groisman e a plateia caíram na risada com o “causo” contado pelo cantor, mas nas redes sociais as reações foram diferentes. A cantora e compositora Leci Brandão, autora do belíssimo samba Zé do Caroço, respondeu com veemência à declaração de Menotti na Globo.

“Samba não é música de bandido não. Bandidagem é quem compra a mídia pra gente ter que ouvir um monte de música que não traz nenhuma consciência; bandidagem é quem consegue fazer com que a cultura seja toda direcionada pra quem tem poder”, disse Leci, em um vídeo postado no Facebook.

 

 

Depois da repercussão negativa nas redes sociais, Menotti postou um vídeo no Instagram se defendendo. Ao pedir desculpas, disse que “piada não representa opinião”.

“Pra quem se ofendeu eu peço humildemente perdão. Não era essa a minha intenção. Era só um causo pra descontrair. Com certeza uma piada não representa a minha opinião. Aquilo não é a minha opinião sobre o samba, uma música que eu respeito e admiro profundamente”, disse o cantor no vídeo postado na rede social.

Mossoró Mix 2017 é cancelado

O Mossoró Mix 2017, que teria edição de comemoração dos 10 anos, foi cancelado. O anuncio foi feito pela Gondim & Garcia Produções na tarde desta segunda-feira. A produtora do evento alegou a falta de público e o pesado investimento numa deligada conjuntura econômica-financeira.

O reembolso de quem já adquiriu os ingressos será de forma sistemática. O atendimento ao público ocorrerá no horário compreendido entre 8h e 12h e de 14 às 17h, nos dias assinalados nesta nota, no escritório no Centro Comercial Caiçara, Térreo, Rua 30 de Setembro, 259, Centro de Mossoró.

Confira a nota oficial:

Apesar do esforço sobre-humano, pesado investimento em propaganda e dedicação pessoal de toda nossa equipe, não conseguimos viabilizar a edição dos “10 Anos do Mossoró Mix”, marcado para os dias 6 e 7 de outubro próximos.

Em face da delicada conjuntura econômico-financeira que vive o país, a resposta do público se tornou insatisfatória à viabilidade do pesado investimento. Mesmo com atrações de grande apelo popular no Brasil, não conseguimos garanti-lo.

Corríamos o risco de não honrarmos, como sempre fizemos ao longo de 29 anos de história, compromissos com todos os artistas, mídia, tributos, prestadores de serviços diversos etc.

De antemão, agradecemos a todos os artistas preliminarmente contratados para o Mossoró Mix 2017, pela compreensão e respeito à nossa empresa, conhecida nacionalmente no show business, ao firmarem o distrato contratual, sem que nenhuma demanda judicial fosse desencadeada. Essa foi uma notória demonstração de confiança e respeito mútuos.

Ao público que antecipou compra de acessos aos shows agendados, comunicamos que assumimos total responsabilidade do cancelamento do Mossoró Mix, também no que se refere às compras antecipadas. Não haverá qualquer prejuízo pecuniário à nossa clientela.

Nesta semana, a partir de quarta-feira (23), passaremos a realizar desembolsos que vão seguir essa sistemática:

– Quarta-feira (23 de agosto) – Será atendido quem adquiriu o ingresso para o segundo dia do evento (sábado, 7 de outubro);

– Segunda-feira (28 de agosto) a sexta-feira (1º de setembro) – Será alcançado quem comprou a “casadinha” (pacote dos dois dias);

– Segunda-feira (4 de setembro) a sexta-feira ( 8 de setembro) – Será alcançado quem comprou o ingresso para a 1º dia do evento (sexta-feira, 6 de outubro).

O atendimento ao público ocorrerá no horário compreendido entre 8h e 12h e de 14 às 17h, nos dias assinalados nesta nota, em nosso escritório no Centro Comercial Caiçara, Térreo, Rua 30 de Setembro, 259, Centro de Mossoró.

Agradecemos a compreensão de todos e renovamos o compromisso de continuarmos investindo no entretenimento do nosso público, em outras ocasiões, sob os mesmos critérios de qualidade e segurança.

Gondim & Garcia Produções

Cinebiografia da trajetória de Elis estreia hoje no Multicine Cinemas do Partage Shopping

Premiado no Festival de Gramado (melhor filme no júri popular, melhor atriz e melhor montagem) e bastante aplaudido pelo público em sua exibição no Festival do Rio, “Elis” supera de forma convincente os desafios impostos a toda cinebiografia: resumir, na duração de um longa-metragem a história de uma vida, selecionar os episódios, encontros e personagens que deram sentido e forma a essa vida (deixando necessariamente muita coisa importante de fora) – e, ao mesmo tempo, oferecer ao espectador uma narrativa atraente e cinematograficamente consistente.

 

O primeiro, mas não o menor, dos méritos do longa de Hugo Prata é a sinceridade na composição da protagonista, com seus conflitos e contradições. Contribuem para isso as qualidades do roteiro e, naturalmente, a interpretação vigorosa de Andreia Horta. Mesmo um marciano que porventura caísse na Terra e fosse ao cinema assistir ao filme sairia da sessão com uma visão clara de quem foi Elis Regina e da importância que ela teve na vida cultural, musical e mesmo comportamental do Brasil de seu tempo. É claro que uma trajetória tão rica e movimentada poderia ser contada por meio de outros recortes, o que não invalida as escolhas do diretor.

Assista o trailer:

Do início da carreira, nos anos 60, à morte precoce aos 36 anos, em 1982, Elis Regina se firmou como a maior cantora brasileira. Influenciada pelas cantoras do rádio que ouviu na infância em Porto Alegre, Elis usava e abusava da dramaticidade e da extensão vocal – na contracorrente do estética contida e diminutiva da Bossa Nova. Com o tempo, inclusive na escolha do repertório, ela desenvolveu um estilo próprio e muito particular, de grande intensidade, que muitas cantoras até hoje tentam emular sem sucesso. 

O filme começa com uma das primeiras viagens de Elis ao Rio de Janeiro, em 1964, ainda praticamente uma adolescente, acompanhada pelo pai. Apesar de correta na exposição e no encadeamento dos acontecimentos, essa primeira parte demora um pouco a pegar, e o espectador mais exigente pode se incomodar um pouco com os resíduos de sotaque mineiro nas falas da atriz (não que Elis tivesse um sotaque marcadamente gaúcho, mas mineiro não era).Elis poster

 

Superado esse prólogo, porém, a narrativa envolve completamente a plateia, com um arco bem construído e momentos de alta sensibilidade e poesia. O uso das músicas como elementos de transição em momentos-chave da trajetória musical e existencial da cantora é delicado e inventivo, com uma trilha sonora orgânica e plenamente integrada ao enredo: as explosões de temperamento, os amores difíceis, a felicidade de ser mãe, a dor das separações, tudo isso é registrado com emoção e intensidade.

 

O desafio é ainda maior pela quantidade de personagens secundários importantes no filme: Cesar Camargo Mariano, Miele, Ronaldo Bôscoli, Henfil, Lennie Dale (Julio Andrade, excelente), Nara Leão (Isabel Wilker, boa atriz, mas com porte físico inadequado para o papel) etc. A questão política, com o episódio da polêmica apresentação de Elis em um evento das Forças Armadas em plena ditadura, é tratada de forma correta, sem exageros.

 

Por outro lado, os anos finais de Elis Regina, incluindo seu envolvimento com a cocaína, são tratados de forma muito ligeira. Não há uma preparação suficiente para o coquetel de angústia e droga que provocou a sua morte precoce, o que torna um pouco brusco (e anticlimático, porque esvaziado de carga dramática) o final do filme.  Mas esta é uma pequena ressalva, que em nada compromete o êxito do longa-metragem que tem todos os elementos para agradar a um público significativo.

Do G1, por Luciano Trigo. 

Serviço:

“Elis” estreia hoje nas salas do Multicine Cinemas no Partage Shopping.

Sala 2: 16h05, 19h10, 21h20

Plutão Já Foi Planeta (RN) conquista segundo lugar do SuperStar

A banda potiguar Plutão Já Foi Planeta fez bonito na final do Programa SuperStar. Com três apresentações neste domingo, 26, a banda ficou na segunda colocação do Reality Show alcançando 48% dos votos do público.

Após três meses de reality, Bellamore (RJ), OutroEu (RJ) e Fulô de Mandacaru (PE), que conquistou o título, concorriam com o grupo natalense ao prêmio de R$ 500 mil e um contrato com a gravadora Somlivre.

Plutão Já Foi Planeta conquistou milhares de fãs e se consolidou no cenário nacional com músicas autorais e com arranjos bem feitos.

Final

A disputa foi defina em três etapas. Na primeira, as quatro bandas se apresentaram com votação do público e dos jurados. As três mais bem votadas seguiram na competição. Plutão apresentou a canção “Quase sem querer”, de Legião Urbana, e obteve 65% dos votos. Fulô de Mandacaru (PE) teve 67%; OutroEu (RJ), 54%; e Bellamore (RJ), 52%, sendo eliminada.

Na segunda etapa, Plutão conquistou 62% dos votos com a música autoral “Alto Mar”, que rendeu elogios da jurada Daniela Mercury. A banda Fulô de Mandacaru (PE) somou 66%. A OutroEu (RJ) atingiu 52% e deixou a competição.

A disputa final – definida apenas pelo voto do público – foi iniciada por Plutão Já Foi Planeta, com a música autoral Post-it. A banda potiguar liderada por Natália Noronha ficou com 48% dos votos. Fulô de Mandacaru encerrou a terceira edição do programa. Os pernambucanos cantaram São João de outrora (Roberto Bonny) e conquistaram 70% dos espectadores. O prêmio é de R$ 500 mil, além de um contrato com a gravadora Som Livre.

Plutão Já Foi Planeta

O quinteto potiguar é formado por Natália Noronha (vocal), Gustavo Arruda e Sapulha Campos (guitarras), Vitória de Santi (baixo) e Khalil Oliveira (bateria), e tem uma sonoridade que transita entre o folk, o indie, o pop e o rock. A Plutão conseguiu agradar o público e o time de jurados, em todas as fases do programa, optando por apresentar principalmente suas composições próprias.

 

Confira o clipe da música “Suma daqui”, primeira faixa do disco “Daqui pra lá” (2014).

Gilberto Gil segue internado em SP para tratar insuficiência renal

Do G1 – São Paulo

O cantor Gilberto Gil segue internado, na manhã desta terça-feira (21), para continuar seu tratamento de insuficiência renal, de acordo com o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

Gilberto Gil está internado no hospital desde quarta-feira (15). O tratamento é realizado mensalmente na capital paulista e não há informações de quanto tempo durará, segundo a assessoria do artista.

O cantor está sendo tratado pela equipe do cardiologista Roberto Kalil Filho e do nefrologista Paulo Ayrosa Galvão.

Insuficiência renal
Em maio, o cantor já tinha sido internado no mesmo hospital para tratar da insuficiência renal. Naquela ocasião, Gil agradeceu aos fãs em sua página no Instagram.

“Gostaria de agradecer a todos pela preocupação, pelas inúmeras ligações, e-mails e recados aqui nas redes. Como vocês sabem, no mês passado iniciei um check-up aqui em São Paulo, interrompi pra fazer minha maratona de shows com Caetano Veloso pela América Latina, Estados Unidos e Europa, e agora retornei ao hospital com Flora Gil para terminar o meu check-up. Obrigado por tanto carinho, espero em breve estar em casa”, escreveu.

Entrevista exclusiva com Larissa Rosado: “Continuo com disposição para ir à luta”

A Coluna “Politicando” traz até você entrevistas exclusivas com Políticos, Empresários e Pessoas que se destacam na nossa sociedade. Acompanhe semanalmente o nosso bate papo e fique por dentro de tudo que acontece na política do nosso Estado.

E para dar continuidade a nossas entrevistas, conversamos com a Ex-Deputada Estadual Larissa Rosado, que nos recebe em sua casa em Tibau/RN e fala exclusivamente sobre temas como família, trajetória politica e planos para o futuro.

LARISSA ROSADO: “Continuo com disposição para ir à luta. A candidatura não parte unicamente do desejo do candidato. Também vem do sentimento popular e do diálogo com as forças políticas.” Assistam: