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Mossoró terá noite de Mix Musical e Lua Nova no próximo Sábado (11)

Um evento cultural que une os mais diversos gostos musicais ocorrerá no próximo sábado (11) em Mossoró. Para os adoradores da Lua Nova, será uma noite cheia de ritmos, apresentações musicais, poesias e alegrias. Com MPB, Rock, Blues, um verdadeiro mix de ritmos irá ocorrer na petiscaria mais charmosinha da cidade. Tudo isso no comando de Nida Lira, Monte Neto e grandes convidados. Os organizadores convidam o público, amigos e familiares para apreciar a Lua Nova e uma boa música.

SERVIÇO:

LUA NOVA – I MIX DE RITMOS (Jam Session)

DATA: 11 DE AGOSTO 

HORA: 19h (Entrada franca) 

LOCAL: MONT´S PETISCARIA ( Rua Nereu, 30 – Monte Olimpo, Sumaré, Mossoró/RN)

Mais informações: (84) 99165-9801

Igor Fortunato canta Caetano Veloso no Teatro Dix-Huit Rosado

A intensidade do escândalo que é Caetano Veloso em sua obra, música e vida, não se pode medir, mas sentir. As cores, os nomes, os afetos, a prosódia, a complexidade e a simplicidade de um – que é de longe um dos maiores compositores da música brasileira, – a mostra no palco nessa insana loucura de ser.

O show Escândalo parte da ótica e sentimento, do cantor potiguar Igor Fortunato, ao investir em uma invencionice despretensiosa de se expor através da poética caetaniana. Rearranjar e redescobrir Caetano a partir do pulso do que toca, do que vibra e do que sente um coração vagabundo.

“Expor parte da obra do Veloso que, de algum modo, me expõe”. Assim, se dá a curadoria do repertório pela máxima da exposição e do escárnio do ser. Não à toa, o show leva o nome de Escândalo.

“O grande escândalo sou eu aqui… E só.”

Com direção cênica de Ligia Kiss, o show passeia pelo vasto repertório do compositor baiano. De períodos e estéticas distintas, as músicas rearranjadas e repensadas por Igor Fortunato, na tentativa de alcançar a grandeza desse trovado vanguardista de nome Caê.

A banda composta por Thiago Romero (guitarra), Victor Marlley (baixo), Marcondes Silva (bateria), Nilson Souza (Percussão), Diogo Rocha e Raquel Madeiros (Backings vocals) acompanham o cantor nessa mostra coletiva de intensidade, música, poesia e beleza, que compõem esse verdadeiro Escândalo.

FICHA TÉCNICA
Produzido por PARÊA Produções
Coordenação Geral: Igor Fortunato
Produção: Mykaell Bandeira
Direção Cênica: Ligia Kiss
Direção Musical: Igor Fortunato
Assistente de Direção: Mykaell Bandeira
Arranjos: Igor Fortunato e Thiago Romero
Iluminação: Júnior Felix
Cenário: Chrystian de Saboya
Figurino: João Marcelino e Chrystian de Saboya
Identidade Visual: Romero Oliveira
Produção Audiovisual: Canal 2
Fotografia: Wigna Ribeiro
BANDA
Vocal: Igor Fortunato
Backings vocals: Raquel Medeiros e Diego Rocha
Guitarra: Thiago Romero
Baixo: Victor Marlley
Bateria: Marcondes Silva
Percussão: Nilson Souza
Violão: Diogo Rocha
PATROCÍNIO: Autoeste Veículos, Casa de Ideias, Chrystian de Saboya, Daya, Requinte Buffet.

APOIO: Canal 2, BC Comunicação, Sonora Pro Music.

SERVIÇO:
ESCÂNDALO Igor Fortunato canta Caetano 
DATA 02/08
HORA: 20h
LOCAL: TEATRO DIX-HUIT ROSADO 
Ingressos antecipados no Rust Café, Cuscuz Gourmet, Salão Bellarus
Valor antecipado: R$ 15,00
Fonte: Divulgação/Parêa Produções

Cinebiografia da trajetória de Elis estreia hoje no Multicine Cinemas do Partage Shopping

Premiado no Festival de Gramado (melhor filme no júri popular, melhor atriz e melhor montagem) e bastante aplaudido pelo público em sua exibição no Festival do Rio, “Elis” supera de forma convincente os desafios impostos a toda cinebiografia: resumir, na duração de um longa-metragem a história de uma vida, selecionar os episódios, encontros e personagens que deram sentido e forma a essa vida (deixando necessariamente muita coisa importante de fora) – e, ao mesmo tempo, oferecer ao espectador uma narrativa atraente e cinematograficamente consistente.

 

O primeiro, mas não o menor, dos méritos do longa de Hugo Prata é a sinceridade na composição da protagonista, com seus conflitos e contradições. Contribuem para isso as qualidades do roteiro e, naturalmente, a interpretação vigorosa de Andreia Horta. Mesmo um marciano que porventura caísse na Terra e fosse ao cinema assistir ao filme sairia da sessão com uma visão clara de quem foi Elis Regina e da importância que ela teve na vida cultural, musical e mesmo comportamental do Brasil de seu tempo. É claro que uma trajetória tão rica e movimentada poderia ser contada por meio de outros recortes, o que não invalida as escolhas do diretor.

Assista o trailer:

Do início da carreira, nos anos 60, à morte precoce aos 36 anos, em 1982, Elis Regina se firmou como a maior cantora brasileira. Influenciada pelas cantoras do rádio que ouviu na infância em Porto Alegre, Elis usava e abusava da dramaticidade e da extensão vocal – na contracorrente do estética contida e diminutiva da Bossa Nova. Com o tempo, inclusive na escolha do repertório, ela desenvolveu um estilo próprio e muito particular, de grande intensidade, que muitas cantoras até hoje tentam emular sem sucesso. 

O filme começa com uma das primeiras viagens de Elis ao Rio de Janeiro, em 1964, ainda praticamente uma adolescente, acompanhada pelo pai. Apesar de correta na exposição e no encadeamento dos acontecimentos, essa primeira parte demora um pouco a pegar, e o espectador mais exigente pode se incomodar um pouco com os resíduos de sotaque mineiro nas falas da atriz (não que Elis tivesse um sotaque marcadamente gaúcho, mas mineiro não era).Elis poster

 

Superado esse prólogo, porém, a narrativa envolve completamente a plateia, com um arco bem construído e momentos de alta sensibilidade e poesia. O uso das músicas como elementos de transição em momentos-chave da trajetória musical e existencial da cantora é delicado e inventivo, com uma trilha sonora orgânica e plenamente integrada ao enredo: as explosões de temperamento, os amores difíceis, a felicidade de ser mãe, a dor das separações, tudo isso é registrado com emoção e intensidade.

 

O desafio é ainda maior pela quantidade de personagens secundários importantes no filme: Cesar Camargo Mariano, Miele, Ronaldo Bôscoli, Henfil, Lennie Dale (Julio Andrade, excelente), Nara Leão (Isabel Wilker, boa atriz, mas com porte físico inadequado para o papel) etc. A questão política, com o episódio da polêmica apresentação de Elis em um evento das Forças Armadas em plena ditadura, é tratada de forma correta, sem exageros.

 

Por outro lado, os anos finais de Elis Regina, incluindo seu envolvimento com a cocaína, são tratados de forma muito ligeira. Não há uma preparação suficiente para o coquetel de angústia e droga que provocou a sua morte precoce, o que torna um pouco brusco (e anticlimático, porque esvaziado de carga dramática) o final do filme.  Mas esta é uma pequena ressalva, que em nada compromete o êxito do longa-metragem que tem todos os elementos para agradar a um público significativo.

Do G1, por Luciano Trigo. 

Serviço:

“Elis” estreia hoje nas salas do Multicine Cinemas no Partage Shopping.

Sala 2: 16h05, 19h10, 21h20

Teatro Dix-Huit Rosado recebe Guilherme Arantes dia 09 de Julho

No ano em que comemora quatro décadas de sucesso, o músico Guilherme Arantes está em nova turnê, que teve estréia nos EUA e agora passa por vários estados brasileiros, trazendo alguns dos hits que marcaram a sua carreira e que o fizeram entrar para a lista de compositores mais tocados do Brasil.

Além de canções consagradas como “Cheia de Charme”, “Amanhã” e “Brincar de Viver”, Guilherme também irá apresentar músicas do Cd “Condição Humana”, seu mais recente trabalho.

Uma volta aos tempos dos festivais de MPB dos anos 80, temas marcantes de várias novelas e baladas contemporâneas ao som do piano. Assim é o show de Guilherme Arantes, que sobe ao palco do Teatro Dix Huit-Rosado no sábado, 09 de julho, às 21h. O show é uma realização da Idearte Produções e da Viva Entretenimento.

Sobre Guilherme Arantes

Guilherme Arantes nasceu em 28 de julho de 1953, em São Paulo, cidade onde cresceu e iniciou os seus estudos na área da música. Sua carreira começou aos 20 anos, com o grupo de rock progressivo “Moto Perpétuo”. Já em carreira solo, lançou seu primeiro álbum em 1976, ano em que ouviu seu primeiro hit estourar nas rádios: “Meu mundo e Nada Mais”.

De lá para cá, são 40 anos de um estilo que passeia pelas baladas românticas, com influencias de rock e MPB. Entre 1982/83, Guilherme Arantes chegou a bater o recorde em arrecadação de direitos autorais, superando Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil. Doze das suas músicas ficaram em primeiro lugar nas paradas de sucesso. Também já esteve com 23 músicas em trilhas sonoras de novelas e especiais de TV.

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Guilherme Arantes Especial 40 Anos em Mossoró (RN)
Dia 9 de julho (sábado) | Horário: 21h
Local: Teatro Dix-Huit Rosado
Av. Rio Branco, s/n – Centro

Ingressos e mais informações: (84) 3315-5046